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Brasil fecha 2013 com 271,10 milhões de acessos móveis
27 de January de 2014

O Brasil fechou 2013 com 271,10 milhões de linhas ativas na telefonia móvel e teledensidade de 136,45 acessos por 100 habitantes. Em dezembro, houve um acréscimo de 580,92 mil linhas. No ano, foram 9,92 milhões de novas adesões, um crescimento de 3,55%.

No último mês de 2013, os acessos pré-pagos totalizavam 211,58 milhões (78,05% do total) e os pós-pagos 59,52 milhões (21,95%). A banda larga móvel totalizou 103,11 milhões de acessos, dos quais 1,31 milhões são terminais 4G.

Observou-se, em 2013, crescimento da base de acessos que utilizam as tecnologias 3G e 4G, bem como declínio do número de acessos de segunda geração (-17,98%). De janeiro a dezembro, a quantidade de acessos de 3G cresceu 75,85%. De março a dezembro, a base de 4G aumentou 8.808,79%.

3G 2G 4G
jan    53.885.849,00     194.698.221,00 0
fev    58.912.954,00     190.278.775,00 0
mar    61.303.336,00     188.598.922,00 14.702
abr    63.874.504,00     186.248.963,00 48.459
mai    66.971.826,00     183.843.347,00 105.250
jun    70.165.629,00     180.537.886,00 174.084
jul    73.682.109,00     178.135.712,00 257.214
ago    77.864.884,00     175.170.229,00 398.622
set    80.719.239,00     171.919.384,00 552.632
out    84.864.934,00     169.115.361,00 730.574
nov    88.452.256,00     165.942.513,00 923.351
dez    94.763.509,00     159.695.652,00 1.309.771
Crescimento 75,86% -17,98% 8808,79%

A consolidação dos números mensais do serviço móvel está disponível na aba "Anatel Dados", no portal da Agência na internet (www.anatel.gov.br). Por meio dos diferentes relatórios, o usuário poderá realizar pesquisas e cruzamentos conforme seu interesse. Os relatórios publicados refletem os dados disponíveis em 27 de janeiro de 2013 e podem sofrer alterações.

Teledensidade por Unidade da Federação

A teledensidade subiu de 136,24 em novembro para 136,45 em dezembro. No quadro abaixo é apresentada a teledensidade da telefonia móvel nas 27 Unidades da Federação e nas cinco regiões do País.

Acessos em Operação (acessos por 100 habitantes) Densidade (acessos por 100 habitantes)
Brasil 271.099.799 136,45
Distrito Federal 6.107.863 222,95
Goiás 9.319.927 149
Mato Grosso 4.572.718 141,32
Mato Grosso do Sul 3.815.259 152,56
Total da Região Centro-Oeste 23.815.767 161,67
Alagoas 3.988.830 119,93
Bahia 17.960.136 118,1
Ceará 10.964.485 122,8
Maranhão 6.415.868 95,37
Paraíba 4.918.645 124,72
Pernambuco 12.441.544 136,73
Piauí 3.918.761 118,66
Rio Grande do Norte 4.553.578 137,23
Sergipe 2.722.230 127,38
Total da Região Nordeste 67.884.077 121,24
Acre 916.781 122,47
Amapá 934.022 134,71
Amazonas 4.116.084 112,26
Pará 9.097.552 115,27
Rondônia 2.403.852 152,53
Roraima 507.307 109,1
Tocantins 1.928.978 141,32
Total da Região Norte 19.904.576 121,32
Espírito Santo 4.503.161 125,09
Minas Gerais 26.178.327 125,99
Rio de Janeiro 24.132.404 148,63
São Paulo 65.085.183 153,7
Total da Região Sudeste 119.899.075 144,53
Paraná 14.610.598 132,16
Rio Grande do Sul 16.214.100 145,7
Santa Catarina 8.771.606 136,74
Total da Região Sul 39.596.304 138,45

O quadro a seguir apresenta o market share do serviço móvel no Brasil.

Holding Número de acessos Participação (%)
Vivo 77.244.839 28,49
Tim 73.431.175 27,09
Claro 68.704.019 25,34
Oi 50.216.060 18,52
CTBC 1.003.751 0,37
Nextel 318.138 0,12
Portoseguro (autorizada de rede virtual) 101.116 0,04
Sercomtel 61.071 0,02
Datora (autorizada de rede virtual) 19.630 0,01

Na tabela abaixo é apresentada a distribuição de acessos móveis por tecnologia.

Tecnologia Total de acessos Participação (%)
GSM 159.674.015 58,90%
WCDMA 94.763.509 34,96%
Terminais de Dados M2M 8.296.578 3,06%
Terminais de Dados Banda Larga 7.034.289 2,59%
LTE 1.309.771 0,48%
CDMA 21.637 0,01%

Os terminais banda larga móvel totalizaram 103,11 milhões de acessos*.

* O número de terminais definidos como banda larga móvel é o somatório das tecnologias WCDMA (3G), LTE (4G) e terminais de dados banda larga (modens 3G e tablets, por exemplo). Os terminais de dados M2M (máquinas de cartões de crédito e débito habilitados nas redes das operadoras, por exemplo) não são classificados como banda larga.