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Brasil possui mais de 152 milhões de celulares
20 de March de 2009

O Brasil chegou a 152.364.986 assinantes no Serviço Móvel Pessoal (SMP), com 415.909 novas habilitações (crescimento de 0,27%) em fevereiro de 2009. Do total de acessos do País, 124.307.399 (81,59%) são pré-pagos, e 28.057.587 (18,41%), pós-pagos. Veja na tabela abaixo o número de adesões de 2000 a 2009:

Ano

De janeiro a fevereiro

 De janeiro a dezembro

2000

1.038.143

8.155.473

2001

804.764

5.557.598

2002

476.546

6.135.195

2003

767.977

11.492.302

2004

1.492.327

19.232.311

2005

1.807.453

20.604.759

2006

1.854.982

13.708.285

2007

1.268.088

21.061.482

2008

3.142.376

29.661.300

2009

1.723.583

-

A consolidação dos números mensais da telefonia móvel estará disponível no portal da Agência Nacional de Telecomunicações (www.anatel.gov.br), na visão Sala de Imprensa, canal "Anatel em dados", item "Telefonia móvel".

Teledensidade - A teledensidade é o indicador utilizado internacionalmente para demonstrar o número de telefones em serviço em cada grupo de 100 habitantes. Neste mês, além do aumento do número de acessos, a revisão da projeção mensal da população pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) resultou na alteração da teledensidade em algumas unidades da federação. Um exemplo é o crescimento de 12,04% deste índice no Amazonas (de 56,84 em janeiro para 63,68 em fevereiro), e de 11,65% em Roraima (de 54,63 em janeiro para 60,99 em fevereiro).

A teledensidade no Brasil alcançou o índice de 79,94, um crescimento de 0,19% em relação a janeiro (índice de 79,79). Comparado a fevereiro de 2008, quando o índice era de 65,09, o crescimento foi de 22,82%. O Distrito Federal lidera a teledensidade móvel brasileira, com índice de 143,76 - ou seja, 1,44 telefone para cada habitante. Comparado com o mês anterior, o índice apresentou crescimento de 4,34% (era 137,78). O Rio de Janeiro, segundo colocado no ranking teve um decréscimo de 0,51%, (caiu de 98,37 para 97,87). Em terceiro no indicador, o Mato Grosso do Sul tem índice de 96,01 e apresentou crescimento de 0,36% (era de 95,67).

Os maiores crescimentos da teledensidade em janeiro foram registrados no Amazonas, Roraima, Distrito Federal Tocantins e Rondônia. Nos dois primeiros meses, o destaque fica com Tocantins, Rondônia, Amapá, São Paulo e Espírito Santo.

UF (Teledensidade)

Crescimento em fevereiro (%)

 

UF (Teledensidade)

Crescimento de janeiro a fevereiro (%)

 

UF (Teledensidade)

Crescimento em 12 meses (%)

Amazonas (63,68)

12,04

Tocantins (65,66)

9,69

Tocantins (65,66)

33,44

Roraima (60,99)

11,65

Rondônia (76,87)

9,66

Rondônia (76,87)

32,71

Distrito Federal (143,76)

4,34

Amapá (68,16)

6,42

São Paulo (94,35)

32,69

Tocantins (65,66)

0,91

São Paulo (94,35)

5,73

Espírito Santo (86,68)

30,36

Rondônia (76,87)

0,86

Espírito Santo (86,68)

5,08

Acre (67,99)

26,42

O Centro-Oeste lidera a teledensidade entre as regiões brasileiras com um índice de 97,87, seguido pelo Sudeste, com índice de 91,31. Em terceiro no indicador está a região Sul, com índice de 84,69, seguido pelas Regiões Nordeste (índice de 61,39) e Norte (índice de 61,17). 

Mercado - Os quadros a seguir apresentam a situação de cada empresa e de cada tecnologia no mercado de telefonia móvel no Brasil.

Participação das empresas

Holding

Número de acessos

Participação (%)

VIVO

45.402.548

29,80

CLARO

39.365.638

25,84

TIM

35.730.860

23,45

OI

25.291.636

16,60

BRASIL TELECOM GSM

6.005.202

3,94

CTBC CELULAR

462.801

0,30

SERCOMTEL CELULAR

88.111

0,06

UNICEL

18.190

0,01

Participação das tecnologias

Tecnologia

Total

Participação (%)

GSM

136.293.123

89,45

CDMA

11.839.781

7,77

WCDMA (3G)

1.436.113

0,94

TDMA

990.263

0,65

Term. Dados

1.542.016

1,01

CDMA 2000

256.835

0,17

AMPS

6.855

0,00