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Ato nº 939, de 08 de fevereiro de 2018 (REVOGADO)

Publicado: Sexta, 09 Fevereiro 2018 15:40 | Última atualização: Quinta, 07 Novembro 2019 15:36 | Acessos: 1039
 Revogado pelo Ato nº 4478/2019

 

 

Observação: Este texto não substitui o publicado no Boletim de Serviço Eletrônico em 9/2/2018, retificado em 18/1/2019.

 

O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria nº 419, de 24 de maio de 2013, e

CONSIDERANDO a competência dada pelos Incisos XIII e XIV do Art. 19 da Lei n.º 9.472/97 – Lei Geral de Telecomunicações;

CONSIDERANDO o Inciso II do Art. 9º do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n.º 242, de 30 de novembro de 2000;

CONSIDERANDO o Art. 1º da Portaria nº 419 de 24 de maio de 2013;

CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.009149/2016-55,

RESOLVE:

Art. 1º  Aprovar os requisitos técnicos para avaliação da conformidade de Antena de Estação Terrena, conforme o Anexo I deste Ato.

Art. 2º Este Ato entra em vigor no dia 12 de fevereiro de 2018.

VITOR ELISIO GOES DE OLIVEIRA MENEZES

Superintendente de Outorga e Recursos à Prestação

 

 ANEXO I

REQUISITOS TÉCNICOS PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENA DE ESTAÇÃO TERRENA

 

1. OBJETIVO

1.1. Este documento tem por objetivo estabelecer os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos para avaliação da conformidade de antena de transmissão utilizada em estação terrena que opere com satélites geoestacionários.

2. ABRANGÊNCIA

2.1. Este documento se aplica a antena de estação terrena, operando com satélites geoestacionários, com ganho acima ou igual a 25 dBi.

2.2. Os presentes requisitos técnicos abrangem, também, as antenas estabilizadas utilizadas em estações terrenas transmitindo para satélites geoestacionários e aquelas utilizadas em estações de rastreio, telemetria, controle, monitoração e de acesso transmitindo para satélites não geoestacionários, salvo em situações excepcionais justificadamente demonstradas, sendo objeto de análise da Agência.

3. REFERÊNCIAS

3.1. IEEE STD 149-1979 – IEEE Standard Test Procedures for Antennas.

4. DEFINIÇÕES

4.1. Ângulo Teta Inicial (θini): é o maior ângulo, expresso em graus, entre 4,5º e o ângulo θ correspondente ao valor de 198,36 θ/D (limite entre o primeiro e o segundo lóbulo secundário); 

4.2. Ângulo Teta mínimo (θmin): maior ângulo, expresso em graus, entre 1°  e 100° θ/D; 

4.3. Antena: dispositivo para, em sistemas de telecomunicações, radiar ou captar ondas eletromagnéticas no espaço. Pode incluir qualquer circuito que a ela esteja mecanicamente incorporado; 

4.4. Área da Abertura: área formada pela projeção do perímetro da antena sobre um plano perpendicular ao eixo da antena; 

4.5. Antena Isotrópica: antena hipotética cuja intensidade de radiação é uniforme para todas as direções do espaço; 

4.6. Antenas Estabilizadas: Caracteriza-se pela antena que mantém suas características operacionais quando em mobilidade;

4.7. Antena “offset”: antena refletora não simétrica;

4.8. Antena Simétrica: antena refletora em que o refletor principal é constituído por uma superfície de revolução, tendo como eixo a direção para a qual o ganho é máximo; 

4.9. Antena Transportável: Caracteriza-se pela antena que dispõe de recursos e facilidades para seu transporte e para múltiplas instalações ou reinstalações, não opera em mobilidade.

4.10. Comprimento de Onda (θ): razão entre a velocidade da luz no espaço livre e a frequência de operação da antena; 

4.11. Diagrama de Radiação: diagrama representando a densidade de potência radiada pela antena, em um dado plano, a uma distância constante da antena, em função de um ângulo medido a partir de uma direção de referência, para uma dada polarização do campo elétrico. Para efeito desta norma, consideram-se os diagramas de radiação descritos em função de sistema de coordenadas esféricas;

4.12. Diagrama de Radiação em Polarização Co-polar: diagrama de radiação para a polarização co-polar do campo elétrico;

4.13. Diagrama de Radiação em Polarização Cruzada: diagrama de radiação para a polarização cruzada do campo elétrico; 

4.14. Eixo da Antena: direção para a qual o ganho da antena é máximo; 

4.15. Envoltória do Ganho: curva em relação à qual o ganho deverá ter valores menores ou iguais para qualquer ângulo de radiação; 

4.16. Erro de Apontamento: valor médio quadrático do ângulo, medido em graus, formado pela direção de apontamento desejada e a direção de máxima radiação; 

4.17. Potência equivalente isotropicamente radiada (EIRP): Potência entregue a uma antena, multiplicada pelo ganho da antena em relação a uma antena isotrópica, numa determinada região.

4.18. Família de Antenas: conjunto de modelos de antenas, de um mesmo fabricante, com a mesma polarização, a mesma faixa de frequências, e com elementos constitutivos de mesma natureza; 

4.19. Ganho: razão entre a intensidade de radiação em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo;

4.20. Ganho Mínimo (Gmin): menor valor do ganho na direção do eixo, dentro da faixa de frequências de operação da antena; 

4.21. Ganho Relativo: razão entre o ganho da antena em uma dada direção e o ganho na direção do eixo; 

4.22. Intensidade de Radiação: potência radiada por unidade de ângulo sólido, em uma dada direção; 

4.23. Largura de Feixe: faixa angular dentro da qual o diagrama de radiação em polarização co-polar apresenta valores maiores ou iguais a 3 dB em relação ao seu valor máximo;

4.24. Largura de Feixe de 1 dB: faixa angular dentro da qual o diagrama de radiação em polarização co-polar apresenta valores maiores ou iguais a 1 dB em relação ao seu valor máximo;

4.25. Lóbulo Lateral: lóbulos de radiação existentes, excetuando-se o lóbulo principal;

4.26. Lóbulo Principal: lóbulo de radiação que contém a direção de máximo ganho da antena; 

4.27. Perda de inserção da antena: É assumida como sendo a perda de inserção do alimentador dada pela relação, expressa em dB, entre a potência existente na sua porta de alimentação e a potencia encontrada na porta de saída do sistema alimentador (ou elemento radiante primário). A perda de inserção total do sistema alimentador é o somatório da perda ôhmica que ocorre nos respectivos materiais condutores e dielétricos, da perda que ocorre devido ao descasamento da antena, e da perda devida a fuga e vazamento indesejável de sinal de radiofrequência; 

4.28. Plano E: plano que contém o vetor campo elétrico, para pontos de observação na direção de máxima radiação, e a direção de máxima radiação. Definição válida apenas para antenas com polarização linear; 

4.29. Plano H: plano perpendicular ao plano E. Definição válida apenas para antenas com polarização linear; 

4.30. Plano 45°: plano que forma um ângulo de 45° com os planos E e H. Definição válida apenas para antenas com polarização linear; 

4.31. Polarização de uma Antena: polarização do campo elétrico que contém a maior parte da energia radiada, na direção de máxima radiação; 

4.32. Polarização Co-polar: para a direção do eixo, é a polarização idêntica à polarização da antena; para outras direções, é a polarização do campo elétrico recebido através da medida do diagrama de radiação, mantendo-se inalterada a polarização da antena transmissora durante a medida do diagrama;

4.33. Polarização Cruzada: para antenas com polarização linear, é a polarização do campo elétrico ortogonal à polarização co-polar; para antenas com polarização circular, é a polarização circular com sentido de rotação oposto ao definido para a polarização co-polar;

4.34. Regiões de Transbordamento: regiões angulares do diagrama de radiação nas quais ocorrem os transbordamentos da iluminação nos refletores da antena. Definição válida apenas para antenas refletoras; 

4.35. Regiões de Cáustica: regiões angulares do diagrama de radiação onde se concentram os raios produzidos por espalhamento nas bordas dos refletores da antena. Definição válida apenas para antenas refletoras; 

4.36. Ventos de Sobrevivência: ventos cuja velocidade é a máxima que a antena pode suportar sem a ocorrência de deformações e outras avarias que alterem permanentemente as suas características elétricas; 

4.37. Ventos Operacionais: ventos cuja velocidade é a máxima que a antena pode suportar sem que o seu eixo sofra desvios angulares maiores que 15% da largura de feixe.

5. CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS

5.1. Ganho Mínimo

5.1.1 O valor nominal do ganho mínimo e a porta de referência utilizada na determinação deste parâmetro deverão ser informados pelo fabricante.

5.1.2 No caso da antena possibilitar diversas opções de configurações de número de portas, diplexers e polarizações, o ganho deve ser referenciado à porta de entrada da corneta, e deverão ser informadas as perdas de inserção de cada configuração opcional.

5.1.3. O valor medido desse ganho não deverá diferir do valor nominal informado por mais de 0,5 dB.

5.2. Envoltória do Ganho em Polarização Co-polar

5.2.1.  A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para direções compreendidas entre θmin e 180°, é dada pelas relações detalhadas na Tabela 1, com os critérios de tolerância do item 5.4.

Tabela 1 

5.3. Envoltória do Ganho em Polarização Cruzada

5.3.1. As envoltórias do ganho em Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Linear em frequências menores ou iguais a 17 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 2 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.

Tabela 2 

5.3.2. As envoltórias do ganho em Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Linear na faixa de frequências compreendida entre 17 e 31 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 3 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.

Tabela 3 

5.3.3. As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular em frequências menores ou iguais a 7,075 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 4 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.

Tabela 4 

5.3.4. As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular na faixa de frequências compreendida entre 7,075 e 12,7 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 5 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.

Tabela 5 

5.3.5.  As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular nas faixas de frequências compreendida entre 12,7 e 17 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 6 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.

Tabela 6 

5.3.6. As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular na faixa de frequências compreendida entre 17 e 31 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 7 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.

Tabela 7 

5.4. Critérios de Tolerância para a Envoltória do Ganho

5.4.1. Para verificação de critérios de tolerância referentes à envoltória do diagrama de radiação entre θmin e θini, será considerado no ângulo de análise o Ganho Médio, calculado da média aritmética dos valores de ganho dos diagramas de transmissão da antena nos diversos semi-planos de cada polarização ortogonal e para cada frequência. O Ganho Médio, expresso em dBi, na frequência f e polarização p, para um determinado ângulo θ, é obtido por:

5.4.1.1. Para um determinado ângulo θ, qualquer dos valores absolutos de ganho a serem considerados para o cálculo do Ganho Médio não poderá estar mais do que 1,5 dB acima do nível da envoltória do diagrama de radiação, para aquele mesmo ângulo.

5.4.2. Para verificação dos critérios de tolerância para a envoltória do diagrama de radiação para ângulos superiores a θini, serão considerados os valores de ganho dos diagramas de transmissão da antena em cada semi-plano de cada polarização ortogonal e para cada frequência.

5.4.3. As tolerâncias para as envoltórias do ganho em Polarização Co-polar, para antenas operando  em frequências menores ou iguais a  8,4 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 8 abaixo.

Tabela 8

5.4.4. As tolerâncias para as envoltórias do ganho em Polarização Co-polar, para antenas operando na faixa de frequências compreendida entre 8,4 e 17 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 9 abaixo.

Tabela 9

5.4.5. As tolerâncias para as envoltórias do ganho em Polarização Co-polar, para antenas operando nas faixas de frequências compreendidas entre 17 e 31 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 10.

Tabela 10

5.4.6. As tolerâncias para as envoltórias do ganho em Polarização Cruzada são aplicáveis para as faixas angulares entre θini e 180 graus, para antenas operando em frequências menores ou iguais a 31 GHz, e são dadas pelas relações detalhadas nos itens 5.4.3, 5.4.4 e 5.4.5.

5.5. Polarização

5.5.1. As antenas deverão radiar em polarização linear ou em polarização circular, com polarização simples ou dupla, respeitando a regulamentação sobre condições de uso de radiofrequências especificada no Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Frequências, aprovado pela Anatel.

6. CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS

6.1. Resistência ao Vento

6.1.1. A antena deverá suportar ventos de sobrevivência com velocidade não inferior a 180 km/h e ventos operacionais com velocidade não inferior a 70 km/h. Os valores nominais das velocidades dos ventos de sobrevivência e operacional deverão ser informados pelo fabricante.

7. PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE E HOMOLOGAÇÃO

7.1 7.1 As características elétricas descritas no item 5 deverão ser submetidas aos ensaios descritos no item 8 e o fabricante deverá fornecer uma declaração de conformidade referente às características mecânicas descritas no item 6.

7.1. As características elétricas descritas no item 5 deverão ser submetidas aos ensaios descritos no item 8 e o fabricante deverá fornecer uma declaração de conformidade referente às características mecânicas descritas no item 6. (Retificação publicada no Boletim de Serviço Eletrônico em 18/01/2019)

7.1.1. No caso de uma família de antenas, o modelo de menor ganho deverá ser submetido aos ensaios descritos no item 8. Para os demais modelos deverá ser fornecida, pelo fabricante, uma declaração de conformidade relativa aos requisitos descritos nos itens 5 e 6, anexando-se as especificações das características elétricas e mecânicas. Para cada modelo pertencente à família, devem ser fornecidos os arquivos de diagramas de radiação conforme detalhado no item 9.

7.1.2. A avaliação da conformidade e homologação do modelo de menor ganho abrangerá as dos demais modelos constitutivos de uma mesma família.

7.2. Os diagramas de radiação deverão ser fornecidos em arquivo eletrônico no formato descrito no item 9 e enviados à Anatel quando da homologação da antena para serem utilizados, pela Anatel, na coordenação das estações terrenas.

7.3. As antenas deverão portar o selo Anatel de identificação, conforme disposto no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações.

8. PROCEDIMENTOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS DE ESTAÇÃO TERRENA

8.1. Condições Gerais de Ensaio

8.1.1. Os métodos de ensaio para a avaliação da conformidade apresentados neste anexo são típicos e, dependendo do ensaio, obrigatórios ou recomendados. Os métodos de ensaio devem estar aderentes aos procedimentos da IEEE STD 149-1979 – IEEE Standard Test Procedures for Antennas. Métodos alternativos podem ser utilizados mediante acordo entre o Solicitante da certificação, o Laboratório de Ensaios e o Organismo de Certificação Designado. A descrição e a justificativa do método alternativo acordado devem constar do Relatório de Ensaio.

8.1.2. O exemplar da antena a ser apresentado para avaliação da conformidade deve ser representativo dos modelos em produção.

8.1.3. Do relatório de ensaio deverão constar uma descrição dos procedimentos de teste, uma relação dos equipamentos e dispositivos utilizados, e uma estimativa de erro de cada medida.

8.2. Ganho

8.2.1. Objetivo: determinar o ganho da antena.

8.2.2. Métodos de medição

8.2.2.1. Os ensaios deverão ser realizados nas frequências inferior, central e superior de cada faixa de frequências de operação de transmissão, respeitando-se as limitações no caso da medição estar sendo realizada com os métodos (c), (d) e (e) descritos a seguir.

8.2.2.2. O método de medição a ser utilizado na medida do ganho, deverá ser o do item (a) abaixo. Em caso de impossibilidade de se utilizar este método, os métodos (b), (c), (d) e (e) poderão ser utilizados, nesta ordem de prioridade, desde que adequadamente justificado:

a) Por integração do diagrama de radiação: Neste método a diretividade da antena é determinada pela integração numérica do diagrama de radiação, e deste valor é subtraída a respectiva perda de inserção da antena, para a correta determinação do seu ganho.

b) método comparativo: Também chamado de “método de transferência de ganho”, em que o sinal recebido pela antena sob teste é comparado com o sinal recebido por uma antena padrão com ganho conhecido.

c) Método comparativo de ganho de transmissão via satélite: Neste método se transmite uma portadora através da antena em teste, e, adicionalmente, uma segunda portadora de frequência ligeiramente diferente é também transmitida através de uma antena de referência de ganho conhecido. Uma vez ajustado o nível da segunda portadora para que ambas portadoras estejam presentes com a mesma intensidade na porta de recepção da antena de referência, o ganho é determinado pela diferença de EIRP de subida da antena de referência e da antena sob teste, levando-se ainda em conta os parâmetros sistêmicos dos enlaces em questão.

d) Por comparação com utilização de fontes de rádio estelares.

e) Por análise da largura de feixe de 3 dB e de 10 dB. Neste caso, o ganho é calculado através das equações abaixo. Este método só poderá ser utilizado na impossibilidade, devidamente comprovada, do emprego dos métodos indicados nos itens (a), (b) e (c).

 

Onde:

PI = Perda de Inserção do sistema alimentador

FTH - feixe de 3 dB, em graus, no plano H

FTE - feixe de 3 dB, em graus, no plano E

FDH - feixe de 10 dB, em graus, no plano H

FDE - feixe de 10 dB, em graus, no plano E

8.3. Diagramas de Radiação

8.3.1. Objetivo: determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada.

8.3.2. Os seguintes métodos de medição poderão ser utilizados na medida do diagrama de radiação:

8.3.2.1. Em Campo Elevado ou “Slant”, em condição de campo distante; (recomenda-se que o campo elevado apresente flutuação-“ripple” – máximo de sinal de +/-0,5 dB na abertura de teste e polarização cruzada melhor que 30dB).

8.3.2.2. Em Campo Elevado ou “Slant”, com técnica de desfocalização; (recomenda-se que o campo elevado apresente flutuação  -“ripple” – máximo de sinal de +/-0,5 dB na abertura de teste e polarização cruzada melhor que 30dB).

8.3.2.3. Em sistemas de focalização compactos do tipo “Compact Range”, com uso de refletores múltiplos ou refletor simples; (recomenda-se sistemas compactos com flutuação - “ripple” – máximo de sinal de +/-0,25 dB na abertura de teste e polarização cruzada melhor que 40dB).

8.3.2.4. Em Sistemas de Extrapolação de Campo Próximo, do tipo esférico - “Spherical Near-Field”; (recomenda-se o emprego de sistemas de extrapolação com precisão de +/- 3 dB para níveis de lóbulos secundários de –50dB e polarização cruzada melhor que 35dB).

8.3.2.5. No caso de impossibilidade, devidamente comprovada, do emprego dos métodos de medidas relacionados nos itens anteriores (por exemplo, no caso de antenas de grandes dimensões), a medida do diagrama poderá ser realizada em campo, utilizando satélite, com o auxílio dos seus próprios recursos de movimentação da antena. Nesta situação, o diagrama de radiação será registrado realizando as excursões de movimento de posicionamento angular de, no mínimo, ± 10 graus elétricos, nas polarizações disponíveis, assim como nas excursões de potência e frequências disponíveis. Os executores dos ensaios devem tomar as medidas necessárias para que não ocorram interferências intersistêmicas.

8.3.3. Procedimentos de teste de Diagramas de Radiação.

8.3.3.1. Deverão ser registrados os diagramas de radiação nas frequências inferior, central e superior de cada faixa de frequências de operação de transmissão.

8.3.3.2. Para antenas que apresentem refletores com simetria de revolução ou simetria entre quadrantes, deverão ser registrados os diagramas de radiação no plano de azimute, (θ=0 e 180 graus; θ = 0 a 180 graus). No caso de antenas com refletores que não apresentem simetria de revolução, (antenas off-set por exemplo), deverão ser também caracterizados os diagramas no plano de elevação (θ=90 e 270 graus; θ = 0 a 180 graus).

8.3.3.3. Para o caso estabelecido em 8.3.2.5, deverão ser registrados os diagramas de radiação em dois planos ortogonais. Neste caso, o fabricante também deverá apresentar os diagramas de radiação teóricos completos.

8.3.3.4. Para antenas com polarização linear:

a) Para cada situação descrita no item 8.3.3.1 e 8.3.3.2, deverão ser registrados os diagramas nas polarizações Vertical e Horizontal.

b) Para antenas  simétricas, com refletores que apresentem simetria de revolução ou simetria entre quadrantes, adicionalmente aos diagramas nas polarizações Vertical e Horizontal do item 8.3.3.2 deverá ser registrado o diagrama de radiação para a polarização a 45 graus.

c) Para o caso estabelecido em 8.3.2.5, as recomendações 8.3.3.1, 8.3.3.4.a e 8.3.3.4.b ficam restritas às excursões de movimento de posicionamento angular de, no mínimo, ± 10 graus elétricos, nas polarizações disponíveis, assim como às excursões de sinal e frequência disponíveis.

8.3.3.5. Para antenas com polarização circular, quatro métodos de medidas poderão ser utilizados, seguindo-se, preferencialmente, a ordem de prioridade abaixo:

a) Registrar os diagramas de radiação com a antena sob teste em polarização linear. Em complemento, para a determinação do nível de polarização cruzada em polarização circular, deverá ser realizada a medida de razão axial do sistema alimentador isoladamente, com este alimentador configurado para polarização circular, sendo a medida realizada na direção do eixo de apontamento do respectivo alimentador. Recomenda-se que esta medida de razão axial seja realizada em câmara anecóica, com o alimentador sob teste estático, de acordo com o procedimento descrito em 8.3.3.5.b, neste caso podendo-se ou não realizar a medida em varredura de frequência.

b) Registrar os diagramas de radiação com a utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com frequência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada.

c) Registrar os diagramas de radiação com utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada.

d) Obter os diagramas de radiação a partir da medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear, realizados conforme item 8.3.3.4. Os valores de módulo e fase dos sinais obtidos durante a medida deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada;

e) Para o caso estabelecido em 8.3.2.5, as recomendações 8.3.3.1, 8.3.3.5.a, 8.3.3.5.b, 8.3.3.5.c e 8.3.3.5.d ficam restritas às excurções de movimento de posicionamento angular de, no mínimo, ± 10 graus elétricos, nas polarizações disponíveis, assim como às excursões de sinal e frequência disponíveis.

8.3.4. Arquivo eletrônico

8.3.4.1. Os diagramas de radiação deverão ser fornecidos em arquivo eletrônico no formato descrito neste documento.

8.4. Perda de Retorno

8.4.1. Objetivo: determinar a perda de retorno, em função da frequência, na porta de entrada da antena.

8.4.2. Dois métodos de medida poderão ser utilizados na medida da perda de retorno:

8.4.2.1. Por refletometria, em varredura, com utilização de analisador de redes escalar e acoplador direcional ou junção tipo “T” de alta diretividade; (recomenda-se que a diretividade do sistema de medida se apresente, no mínimo, 20dB melhor do que a perda de retorno especificada a ser caracterizada).

8.4.2.2. Por refletometria, em varredura, com utilização de analisador de redes vetorial; (recomenda-se que a diretividade do sistema de medida se apresente 20dB melhor do que a perda de retorno especificada a ser caracterizada).

8.4.3. Procedimentos de teste de perda por retorno.

8.4.3.1. Quando possível destacar o alimentador primário da antena, a medida poderá ser realizada no alimentador da antena isoladamente, sem necessidade de estar integrado ao seu sistema de refletores. No caso de antenas do tipo “on-axis”, equipada com múltiplos refletores (por exemplo, com ótica Cassegrain, Gregoriana ou “ADE/Ring-Focus”), que a medida de perda de retorno seja realizada no subconjunto alimentador mais subrefletor, com o subrefletor posicionado em relação a abertura do alimentador de maneira idêntica à encontrada quando de sua instalação na antena completa.

8.4.3.2. Quando da existência de várias opções de alimentadores para a mesma antena, supondo-se a existência de um único modelo de corneta radiante para a família de alimentadores, o fabricante deverá selecionar uma das opções para verificação de conformidade e declarar o desempenho das demais versões não ensaiadas.

8.5. Perda de Inserção do sistema alimentador.

8.5.1. Objetivo: determinar a perda de inserção do alimentador, em função da frequência, na porta de entrada da antena.

8.5.1.1. Este parâmetro deverá ser considerado apenas no caso da utilização do método de determinação de Ganho.

8.5.1.2. A perda de inserção do alimentador deve ser determinada a partir da soma de suas componentes de perdas; ou seja, levando-se em conta a componente devido a perdas ôhmicas e a componente devido a perda de retorno.

8.5.2. Métodos de Medidas

8.5.2.1. Cinco métodos poderão ser utilizados para se determinar a perda ôhmica do alimentador:

a) Por refletometria em varredura, medindo-se a perda de retorno com a abertura do alimentador em curto-circuito, com utilização de analisador de redes escalar e acopladores direcionais de alta diretividade; (recomenda-se que o descasamento da porta de teste do sistema de medida seja melhor que 26dB). O valor da perda de inserção é o valor médio da perda de retorno, dividido por 2.

b) Por refletometria em varredura, medindo-se a perda de retorno com a abertura do alimentador em curto-circuito, com utilização de analisador de redes vetorial automático; (recomenda-se que o descasamento equivalente da porta de teste do sistema de medida seja melhor que 26dB). O valor da perda de inserção é o valor médio da perda de retorno, dividido por 2.

c) Por medida indireta da Perda Ôhmica do alimentador através da sua temperatura equivalente de ruído.

d) Por método de cavidade, através de refletometria, com a abertura do alimentador em curto-circuito, com utilização de analisador de redes escalar ou vetorial.

e) Na indisponibilidade ou impossibilidade do emprego de qualquer dos métodos anteriores, o fabricante deverá informar através de declaração a perda  ôhmica do alimentador.

8.5.3. Recomendações sobre os procedimentos de teste de perda de inserção do sistema alimentador.

8.5.3.1. A medida poderá ser realizada no alimentador da antena isoladamente, sem necessidade de estar integrado ao seu sistema de refletores.

8.5.3.2. No caso de impossibilidade ou indisponibilidade de recursos para se realizar curto-circuito efetivo na abertura radiante do alimentador para aplicação dos métodos listados nos itens 8.5.2.1.a, 8.5.2.1.b e 8.5.2.1.d, poderá ser realizado o curto-circuito na flange do guia de onda cilíndrico da cadeia alimentadora, imediatamente anterior à corneta radiante. Nesta situação, será arbitrado para a corneta radiante uma perda de inserção de 0,03dB, que deverá ser adicionado ao valor de perda de inserção medido.

8.5.3.3. Quando da existência de várias opções de alimentadores para a mesma antena, supondo-se a existência de um único modelo de corneta radiante para a família de alimentadores, o fabricante deverá selecionar uma das opções para verificação de conformidade e informar o desempenho das demais versões não ensaiadas.

9. FORMATO PADRÃO DE ARQUIVOS PARA ARMAZENAMENTO ELETRÔNICO DE DIAGRAMA DE RADIAÇÃO

9.1. O presente item define o formato padrão de arquivos para armazenamento eletrônico de diagrama de radiação de antena de estação terrena.

9.2. Estrutura Geral

9.2.1. O arquivo deve estar estruturado na forma de blocos e conter os valores de ganho, em dBi, em polarização co-polar e em polarização cruzada, conforme estrutura abaixo. Para antenas “off-set” com polarização linear, deverão ser apresentados arquivos, correspondendo a ambos os alinhamentos de alimentador.

 

9.2.2. O cabeçalho deverá conter 4 (quatro) linhas seguindo o formato abaixo descrito:

9.2.2.1. a linha 1, denominada Linha de Titulo, deverá conter o número máximo de 52 caracteres;

9.2.2.2. a linha 2, denominada Linha de Comentário 1, deverá conter o nome do fabricante, modelo e código de certificação/homologação da Antena. A Linha de Comentário 1 deverá conter o número máximo de 80 caracteres;

9.2.2.3. a linha 3, denominada Linha de Comentário 2, deverá conter o nome do laboratório gerador do diagrama e o nome do arquivo;

9.2.2.4. a linha 4, denominada identificação do arquivo, será composta de 4 campos (id, pol, orient freq) cada qual descrevendo um aspecto de radiação da antena, onde:

-id, identificação do arquivo, no caso deve ser sempre igual a 200;

-pol, polarização da antena, deve assumir os valores 1 (linear) ou 2 (circular/elíptica);

-orient:

- caso pol = 1, “orient” deve indicar o semi-plano Φ que contém a componente principal do campo elétrico, (0° para polarização horizontal e 90º para polarização vertical);

- caso pol = 2, “orient” deve ser 1 para polarização circular/elíptica esquerda, ou 2 (para polarização circular/elíptica direita);

- para casos indeterminados utilizar pol = 0 e orient = 0.

-freq, frequência em GHz.

 

9.2.3. Número de blocos do arquivo (nb)

9.2.3.1. O número de blocos do arquivo (nb) deve ser informado na linha 5 do arquivo.

9.2.3.2. Adotar nb = 8, caso as medidas tenham sido efetuadas em quatro planos. Os arquivos digitalizados deverão conter os semi-planos ΦK = 0°, 45o, 90°, 135o, 180°, 225o, 270° e 315o.

9.2.3.3. Adotar nb = 4, caso as medidas tenham sido efetuadas em apenas dois planos. Os arquivos digitalizados deverão conter os semi-planos ΦK = 0°, 90°, 180° e 270°.

9.2.4. Blocos

9.2.4.1. Após a linha 5, deve ser inserida a sequência de blocos de dados com as principais funções e parâmetros associados. Cada bloco deve conter as informações abaixo:

a) a linha 1 de cada bloco, denominada Linha de Controle do Bloco (ΦK), deve conter o ângulo de corte em graus no plano Φ, a que se refere o bloco, (fazer Φ = 90 coincidir com o corte de elevação superior, quando esta condição não estiver satisfeita, indicar a posição do plano de elevação superior em comentários). Varia de 0 a 360°;

b) a linha 2 de cada bloco será composta de 2 campos (n e m), onde:

 

-m = número de colunas do bloco.

-= número de linhas do bloco, i.e., número de θi discretizados. O número de linhas por bloco deve ser igual a 361. Para θi entre 0º a 20º devem ser discretizados todos os pontos de 0,1º a 0,1º, totalizando uma quantidade de 201 linhas. Para θi entre 21º a 180º devem ser discretizados todos os pontos de 1º a 1º, totalizando uma quantidade de 160 linhas. Os blocos devem conter necessariamente o mesmo número de linhas.


c) após a linha 2 cada bloco deverá conter as seguintes informações:

i, direção angular (em graus) relativa ao eixo da antena. Varia de 0º a 180º, para cada semi-plano do corte ΦK , sendo que θ1 = 0º;

-ACoi, nível normalizado, em dB, em polarização copolar, na direção angular θi em cada bloco ou semi-plano ΦK correspondente;

-FCoi, deverá ser preenchido com 0 (zero);

-AX1, ganho, em dBi, em polarização cruzada, na direção angular θi em cada bloco ou semi-plano ΦK correspondente.

 

9.2.5. Formato de Apresentação do Arquivo

9.2.5.1. O arquivo de envoltória deve ser apresentado no formato XLS ou CSV, devendo ser montado após análises dos diagramas de radiação extraídos diretamente dos equipamentos de medição utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte (Φ), polarizações e frequências.

9.2.5.2. Exemplo de planilha do diagrama de radiação:

Linha de Título

Linha de comentário 1 (Ex: fab, descrição, modelo e certificado da Antena)

Linha de comentário 2 (Ex: Descrição do diagrama)

200

1

90

14,000

 

 

 

 

 

8

 

 

 

 

 

 

 

 

0

 

 

 

 

 

 

 

 

361

5

 

 

 

 

 

 

 

0

46,13

0

-6,918

0

 

 

 

 

0,1

46,043

0

-12,164

0

 

 

 

 

0,2

45,706

0

-3,26

0

 

 

 

 

0,3

45,05

0

0,702

0

 

 

 

 

0,4

44,043

0

2,31

0

 

 

 

 

0,5

42,788

0

3,674

0

 

 

 

 

0,6

40,924

0

4,64

0

 

 

 

 

0,7

38,729

0

4,934

0

 

 

 

 

...

...

...

...

...

 

 

 

 

20,0

-12,659

0

-24,414

0

 

 

 

 

21,0

-19,287

0

-29,358

0

 

 

 

 

22,0

-21,584

0

-20,932

0

 

 

 

 

23,0

-26,682

0

-27,771

0

 

 

 

 

...

...

...

...

...

 

 

 

 

178

-15,578

0

-30,023

0

 

 

 

 

179

-12,591

0

-30,727

0

 

 

 

 

180

-11,334

0

-44,894

0

 

 

 

 

90

 

 

 

 

 

 

 

 

361

5

 

 

 

 

 

 

 

0

46,13

0

14,674

0

 

 

 

 

0,1

46,09

0

-0,021

0

 

 

 

 

0,2

45,835

0

11,134

0

 

 

 

 

0,3

45,264

0

17,63

0

 

 

 

 

0,4

44,37

0

20,814

0

 

 

 

 

0,5

43,147

0

22,424

0

 

 

 

 

0,6

41,531

0

23,156

0

 

 

 

 

0,7

39,697

0

23,304

0

 

 

 

 

...

...

...

...

...

 

 

 

 

20,0

-25,831

0

-18,099

0

 

 

 

 

21,0

-20,566

0

-26,991

0

 

 

 

 

22,0

-20,999

0

-22,157

0

 

 

 

 

23,0

-15,856

0

-20,032

0

 

 

 

 

...

...

...

...

...

 

 

 

 

178

-17,724

0

-27,573

0

 

 

 

 

179

-15,612

0

-36,017

0

 

 

 

 

180

-19,678

0

-28,109

0

 

 

 

 

180

 

 

 

 

 

 

 

 

361

5

 

 

 

 

 

 

 

0

46,13

0

-6,918

0

 

 

 

 

0,1

45,898

0

-0,961

0

 

 

 

 

0,2

45,339

0

2,565

0

 

 

 

 

0,3

44,48

0

4,597

0

 

 

 

 

0,4

43,243

0

5,999

0

 

 

 

 

0,5

41,584

0

6,952

0

 

 

 

 

0,6

39,65

0

6,99

0

 

 

 

 

0,7

37,062

0

6,867

0

 

 

 

 

...

...

...

...

...

 

 

 

 

20,0

-14,785

0

-22,112

0

 

 

 

 

21,0

-13,598

0

-26,235

0

 

 

 

 

22,0

-12,646

0

-22,278

0

 

 

 

 

23,0

-13,24

0

-22,59

0

 

 

 

 

...

...

...

...

...

 

 

 

 

178

-14,152

0

-20,21

0

 

 

 

 

179

-14,764

0

-29,583

0

 

 

 

 

180

-10,918

0

-28,349

0

 

 

 

 

270

 

 

 

 

 

 

 

 

361

5

 

 

 

 

 

 

 

0

46,13

0

14,674

0

 

 

 

 

0,1

45,864

0

19,743

0

 

 

 

 

0,2

45,315

0

22,436

0

 

 

 

 

0,3

44,549

0

24,062

0

 

 

 

 

0,4

43,461

0

24,903

0

 

 

 

 

0,5

41,91

0

25,06

0

 

 

 

 

0,6

40,173

0

24,755

0

 

 

 

 

0,7

38,022

0

23,644

0

 

 

 

 

...

...

...

...

...

 

 

 

 

20,0

-13,388

0

-30,469

0

 

 

 

 

21,0

-13,088

0

-29,111

0

 

 

 

 

22,0

-11,779

0

-23,447

0

 

 

 

 

23,0

-17,815

0

-23,035

0

 

 

 

 

...

...

...

...

...

 

 

 

 

178

-16,235

0

-28,011

0

 

 

 

 

179

-11,951

0

-28,252

0

 

 

 

 

180

-9,268

0

-21,585

0

 

 

 

 

Tabela 11 - Planilha com exemplo de diagrama

 

9.2.6. Sistemas de Coordenadas para Diagramas de Radiação

9.2.6.1. As figuras abaixo ilustram os semi-planos ΦK:

Figura 1 - Exemplo de antena refletora em sistema de coordenadas esféricas, conforme arquivo padrão

Figura 2 - Semi-plano Genérico ΦK

Figura 3 - Semi-plano ΦK = 0º

Figura 4 - Semi-plano ΦK = 90º

Figura 5 - Semi-plano ΦK = 180º

Figura 6 - Semi-plano ΦK = 270º