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IPv6

Para que um equipamento possa acessar a internet, é necessário que este tenha um número identificação único chamado IP, atualmente na versão 4. Destaca-se que, como a quantidade de pessoas acessando a internet cresceu exponencialmente nos últimos anos, a quantidade de números únicos da versão 4 do IP chegou ao fim. 

Última atualização em 29 de Outubro de 2018

Como a quantidade de pessoas acessando a internet cresceu exponencialmente nos últimos anos, a quantidade de números únicos da versão 4 do IP chegou ao fim. Assim, é necessário migrar para um novo formato que disponibilize novos números IPs para que novas pessoas possam acessar a internet.

Enquanto isso, foi adotada pelas prestadoras uma ferramenta de transição (Chamada NAT44) para permitir que novos usuários acessem a Internet até que as redes sejam migradas para o IPv6. A princípio a adoção desta ferramenta é transparente para o usuário. Ressalta-se, entretanto, que há limitações para algumas aplicações e equipamentos dos usuários que podem deixar de operar corretamente com a adoção do NAT44. 

Última atualização em 29 de Outubro de 2018

om o aumento do uso do IPv6, há uma tendência de que, no futuro, novos conteúdos sejam disponibilizados preferencialmente neste novo protocolo. Neste sentido, apesar de acreditar-se que o IPv4 deverá coexistir com o IPv6 por um tempo, o seu uso será cada vez menor. 

Última atualização em 29 de Outubro de 2018

Em princípio, o uso do IPv6 ou IPv4 é transparente para o usuário. Contudo, devido ao fim dos endereços IPv4 e a solução temporária adotada pelas prestadoras para permitir o convívio das duas versões do protocolo, é possível que alguns equipamentos do usuário necessitem de ajustes.  

Última atualização em 29 de Outubro de 2018

Caso o equipamento do usuário (modem, roteador, celulares, tablets, entre outros) não suporte o novo protocolo, poderá ser necessário que o usuário o atualize. De qualquer forma, a migração será feita de forma gradual, sem que o usuário precise tomar qualquer providência imediata. 

Última atualização em 29 de Outubro de 2018

Caso o equipamento terminal (modem, roteador, celulares, tablets, entre outros) seja antigo, pode ser necessária a sua adequação para que este possa operar com o novo protocolo. Com o objetivo de padronizar e garantir que novos equipamentos sejam compatíveis, a partir de 2016 só receberão o selo da Anatel (certificação) os equipamentos que estejam de acordo com as regras estabelecidas pela Agência para uso do IPv6. 

Última atualização em 29 de Outubro de 2018

Devido a grande quantidade de endereços disponíveis no IPv6, será possível a conexão direta com a internet de todos os equipamentos da casa com endereço IP válido na internet. Isto facilitará o uso de alguns equipamentos que antes necessitavam de configuração adicional devido ao uso de endereços IP internos não válidos na internet (como babás eletrônicas, por exemplo).

Destaca-se, ainda, que uma das principais mudanças do Ipv6 é a obrigação da adoção do IPsec (extensão do protocolo IP cujo objetivo é ser o método padrão para fornecer privacidade ao usuário), que define um conjunto de protocolos e serviços que combinados fornecem vários tipos de proteções como: Criptografia de dados do usuário de privacidade; Autenticação da integridade de uma mensagem para assegurar que ele não é alterada em uma rota; Proteção contra certos tipos de ataques de segurança, tais como ataques de repetição entre outras. 

Última atualização em 29 de Outubro de 2018

É muito improvável esse cenário dado que a quantidade de endereços disponíveis no IPv6 é de 340 undecilhões de endereços, ou quase 48 x 1018 endereços por habitante do planeta terra. 

Última atualização em 29 de Outubro de 2018

Como a quantidade de pessoas e terminais acessando a internet cresceu exponencialmente nos últimos anos, a quantidade de números únicos da versão 4 do IP chegou ao fim, sendo necessário implementar a versão 6 do protocolo (IPv6) que permite disponibilizar a todos os envolvidos (prestadoras, provedores de conteúdo e usuários) novos endereços. Havia, portanto, necessidade de coordenar os esforços para que o processo de migração ocorresse de forma adequada. 

Última atualização em 29 de Outubro de 2018

O grupo tem como objetivo discutir os aspectos técnicos e implicações da migração para o protocolo IPv6, tais como: cronograma e estratégia a ser adotada pelos provedores de conexão e acesso à Internet para a referida migração; cronograma e estratégia de adoção do IPv6 na oferta de interconexão/interligação de redes, assim como nos equipamentos terminais que são comercializados no mercado; certificação dos requisitos IPv6 para equipamentos terminais; além de outros temas relacionados com o grupo. 

Última atualização em 29 de Outubro de 2018

O novo protocolo deverá ser adotado inicialmente nos grandes centros, onde a demanda por novos usuários é maior. Foi acordado entre a Anatel e as prestadoras que o novo protocolo estará disponível, para novos usuários nos grandes centros urbanos e às grandes empresas, a partir de dezembro de 2014, e para os usuários de varejo até junho de 2015.

Última atualização em 29 de Outubro de 2018